SINOPSE
Uma análise profunda da representação do índio na literatura brasileira revela suas diversas facetas ao longo dos séculos. Dezoito obras são examinadas sob a ótica da figuração, destacando como a linguagem e as estratégias dos autores moldam a imagem do nativo brasileiro, desde a Carta de Achamento até a publicação de uma obra significativa de 1976.
As reflexões abordam as convenções ideológicas e estilísticas dos movimentos culturais, promovendo um diálogo enriquecedor entre indianismo e indigenismo. O texto oferece um roteiro de leitura que combina pensamento científico e trechos das obras, facilitando a compreensão do universo literário representativo.




