SINOPSE
Um repertório de objetos e memes emerge como um exercício arqueológico e uma sátira à imagem idealizada da herança colonial portuguesa. A proposta desafia a narrativa predominante, trazendo à tona questionamentos sobre a memória coletiva e suas representações.
O uso do humor e da crítica social se destaca, revelando a escassez desse registro em Portugal, ao contrário de outras culturas que já exploraram essa abordagem. A obra convida os leitores a refletirem sobre a complexidade da herança colonial e suas implicações na sociedade contemporânea.




