SINOPSE
Explorar as conexões entre poesia e tempo revela uma rica tensão entre o que é percebido e o que é esquecido. Nos versos de obras significativas, a presença da memória se entrelaça com a ideia de um inteligível que se esvai, criando um espaço onde a interioridade e a exterioridade se confrontam.
As palavras se tornam um eco de experiências passadas, evocando a noção de um rastro que, embora ausente, ainda ressoa. Nesse contexto, a perda se transforma na essência da linguagem poética, convidando à reflexão sobre a fragilidade do tempo e da existência.




