Para que todos entendais. Poesia atribuída a Gregório de Matos e Guerra – Vol. 5: Letrados, manuscritura, retórica, autoria, obra e público na Bahia dos séculos XVII e XVIII

João Adolfo Hansen

SINOPSE

Reflexões sobre o cômico revelam a imitação de indivíduos com moral inferior, destacando o ridículo como uma forma de feiura inofensiva. A máscara cômica exemplifica essa deformação, que, ao contrário da maledicência, é tratada com ironia. A definição do cômico se baseia na oposição entre o belo e o feio, onde a feiura é vista como um vício moral e um erro intelectual.

Os poemas cômicos do Códice Asensio-Cunha exploram a feiura física e moral, utilizando a deformação do corpo para metaforizar vícios da alma. Através dessa abordagem, os vícios são ridicularizados ou vituperados, criando uma crítica social que transcende o humor.

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