SINOPSE
Análises das histórias infantis publicadas pela Igreja Católica brasileira entre 1916 e 1921 revelam como as narrativas na revista infantil “O Beija-Flor” se conectam a categorias lógicas medievais. As representações do medo presentes nessas histórias desafiam a noção contemporânea de “história infantil”, pois seriam consideradas assustadoras pelos padrões atuais.
O estudo aborda temas como o ultramontanismo no Brasil, a evolução dos periódicos infantis e a influência da imprensa religiosa nos séculos XIX e XX, proporcionando uma reflexão sobre a cultura e a moral da época.
