SINOPSE
Refletir sobre a identidade brasileira é um convite a questionar quem somos e como nos vemos. A análise crítica das narrativas e teorias que moldaram a percepção da ‘civilização brasileira’ revela um panorama complexo, que vai da extrema direita à rebeldia radical. Autores que interpretaram a história do Brasil oferecem um retrato multifacetado, ajudando a entender as nuances do orgulho e da vergonha que permeiam a experiência de ser brasileiro.
Através de uma revisão das interpretações mais significativas ao longo de 120 anos, é possível perceber como essas ideias influenciam as escolhas políticas e a auto-representação dos brasileiros. Desde Varnhagen, na década de 1850, até Florestan Fernandes e FHC, na década de 1970, a trajetória do pensamento histórico brasileiro é explorada, revelando as “inventoras” das identidades que habitam o cotidiano do país.
