SINOPSE
Genealogias medievais revelam muito mais do que simples listas de antepassados. Manuscritos conhecidos como ‘livros de linhagens’ não apenas registravam nomes, mas também narrativas que variavam entre anedotas e aventuras, refletindo a complexidade das relações familiares. A importância desses registros na Idade Média é inegável, especialmente em um tempo em que a impressão ainda não existia.
Os quatro ensaios apresentados exploram a função dos livros nesse período, destacando os poderes associados à sua criação e posse. Através dessas páginas, reputações podiam ser moldadas, alianças formadas e rivalidades acirradas, imortalizando heróis e traidores nas memórias das gerações futuras.




