SINOPSE
O movimento anarquista no Rio de Janeiro durante a Primeira República revela uma faceta pouco explorada da história social brasileira. A greve insurrecional de novembro de 1918, em particular, foi um evento que, apesar de sua importância, ficou ofuscado por outras manifestações, como a greve geral de 1917 em São Paulo. Essa insurreição, quase esquecida, merece uma análise mais aprofundada para entender seu impacto na formação da classe operária no Brasil.
A proposta anarquista se destaca por sua crítica radical à sociedade burguesa e ao Estado capitalista, além de buscar a construção de uma sociedade livre e igualitária. O anarquismo, como corrente ideológica, desempenhou um papel crucial ao se infiltrar na classe operária em formação, promovendo um projeto cultural autônomo e uma identidade de classe que desafia as estruturas de dominação existentes.




