SINOPSE
A significação onomástica entre ameríndios e jesuítas portugueses no Brasil do século XVI é explorada de maneira profunda, revelando o encontro sociopolítico e cultural entre essas duas culturas. A análise abrange cartas jesuíticas e pesquisas em diversas áreas, destacando a complexidade dos atos de nomeação e tradução, que refletem a relação entre perspectivismo e linguagem.
A dinâmica de aculturamento entre as culturas é mais equilibrada do que se imagina, com jesuítas adotando a língua tupi e indígenas recebendo novos nomes cristãos. A prática onomástica indígena, marcada por rituais de transubstanciação, contrasta com a visão cristã de renúncia ao passado, evidenciando a riqueza desse intercâmbio cultural.
