SINOPSE
Considerada a “capital da esperança”, a cidade de Brasília, inaugurada por Juscelino Kubitschek, gera intensos debates sobre sua natureza e significado. Comumente rotulada de diversas formas, como “cidade socialista” ou “ilha de mordomias”, a análise das oposições em sua imagem revela questões profundas sobre as relações entre espaço e poder.
A pesquisa busca entender a implantação da capital no contexto das dinâmicas sociais que possibilitaram sua criação. A abordagem proposta considera Brasília como um elemento central na geopolítica brasileira, onde a dominação e a construção do espaço se entrelaçam em um processo histórico complexo.




