SINOPSE
Explorar a profundidade da natureza humana é essencial para entender a incapacidade de distinguir entre o bem e o mal. A reflexão sobre a identidade humana e a dificuldade em aceitar a alteridade revelam um legado que ainda ecoa em nossa sociedade contemporânea. O foco recai sobre Auschwitz, não apenas como um local histórico, mas como um símbolo das consequências de uma visão distorcida da humanidade.
Esse estudo investiga o modelo anti-homem que emerge da antropologia nazista, contrastando-o com a perspectiva da antropologia cristã. A análise oferece uma visão crítica sobre a persistência dessas ideias em nosso mundo atual.




