SINOPSE
Setenta sonetos celebram a exuberância da Amazônia, retratando sua rica flora e fauna, além de seus rios e lagos. A conexão do poeta com a floresta traz à tona a grandiosidade da natureza, contrastando com a fragilidade humana diante do universo. Reflexões sobre a hipocrisia da vida, a injustiça e o populismo revelam um ceticismo profundo.
Entre beleza e tristeza, amor e melancolia, os versos exploram a desilusão com um futuro incerto. A obra é um convite à contemplação das dualidades que permeiam a existência, entre encanto e solidão.
