SINOPSE
A captura de Adeodato marca o fim de sua fuga, tornando-o um dos muitos prisioneiros dos jagunços que dominam o Planalto e a Serra Acima em Santa Catarina. Sob as ordens dos coronéis locais, ele se vê envolvido em um conflito que reaviva as tensões no território caboclo. A singularidade de sua situação se destaca, pois é o único a ser responsabilizado criminalmente por crimes da Guerra do Contestado, levantando questões sobre a legitimidade da acusação.
À medida que a trama se desenrola, o leitor é convidado a refletir sobre as complexidades do julgamento de Adeodato e a natureza da justiça em um cenário de opressão. A narrativa provoca uma análise crítica sobre os eventos que moldaram a história da região, instigando uma profunda imersão nas nuances do conflito.