SINOPSE
Referências africanas, especialmente da cultura iorubá, oferecem uma nova perspectiva sobre o papel social da mulher, desafiando a ideologia do determinismo biológico que permeia as categorias sociais ocidentais. A pesquisa revela que, antes da colonização, conceitos relacionados ao corpo não eram centrais na organização das sociedades iorubás.
Essa análise destaca a contradição em pressupostos fundamentais da teoria feminista, como a construção social do gênero e a universalidade da subordinação feminina. A recuperação de conceitos africanos critica a tradição ocidental, ampliando o campo dos estudos de gênero.