SINOPSE
A 4ª Revolução Industrial e as inovações tecnológicas desafiam os princípios do Estado Democrático de Direito. Nesse cenário, a inteligência artificial (IA) surge como uma força disruptiva nas estruturas sociais, especialmente no Poder Judiciário, onde a possibilidade de um juiz-robô levanta questões sobre a prestação jurisdicional e o papel do magistrado humano. A busca por melhorias na justiça brasileira exige uma análise cuidadosa da incorporação da tecnologia, considerando aspectos históricos e filosóficos que moldam a atuação judicial.
Diretrizes internacionais e a normatização emergente no Brasil ressaltam os riscos associados ao uso da IA nas decisões judiciais. No entanto, o potencial dessa tecnologia nas cortes brasileiras não pode ser ignorado. Um estudo comparativo aprofundado se faz necessário para diagnosticar e prescrever as melhores práticas, além de avaliar a viabilidade jurídica do juiz-robô no sistema judiciário.