SINOPSE
Investigações sobre as formas de comunicação dos primeiros filósofos gregos revelam a riqueza dos fragmentos de Xenófanes e Parmênides, inserindo-os em seus contextos originais. A análise vai além da visão tradicional, questionando a categorização de “pré-socráticos” e explorando a relação entre oralidade e escrita, além da influência da performance na filosofia nascente.
A obra destaca a forma poética dos textos e os desafios de interpretar fragmentos preservados ao longo dos séculos. Conexões inesperadas entre a tradição filosófica e práticas performáticas convidam o leitor a reconsiderar o papel da linguagem na construção do pensamento filosófico.