SINOPSE
Por meio de letras e tintas, a vida de uma mulher negra revela experiências vividas e narradas. A trajetória de Carolina Maria de Jesus é explorada, destacando suas vivências sociais e o reconhecimento literário, oferecendo um convite à reflexão sobre as relações étnico-raciais. Os diários autobiográficos estabelecem conexões entre passado e presente, aproximando-se do cotidiano de estudantes negras em escolas públicas.
A pesquisa realizada revela como a escrita de Carolina impacta a autobiografia dessas estudantes, evidenciando a marginalização de suas vozes. A escola se torna um espaço de resistência, onde novas subjetividades e igualdade de direitos podem ser construídas, ressaltando a importância de ouvir e refletir sobre essas narrativas.