SINOPSE
Reflexões profundas sobre a criação artística permeiam as análises de um renomado psicanalista argentino, que aborda pintura, música e dança. A singularidade do ato criador é explorada, revelando como a experiência estética pode ser um mistério impenetrável. Através de exemplos como a voz de Maria Callas e as obras de artistas como Francis Bacon e Picasso, a relação entre arte e experiências pessoais é minuciosamente examinada.
A dança também é considerada uma expressão do inconsciente, ampliando a discussão sobre sublimação e arte. A intersecção entre esses campos revela uma visão original que dialoga com o pensamento psicanalítico, convidando o leitor a refletir sobre o significado da criação.