SINOPSE
Uma narrativa envolvente e crítica mergulha nas jornadas que marcaram o Teatro Municipal em fevereiro de 1922, durante um festival que revolucionou a arte brasileira. Através de uma reconstituição detalhada, o texto desmistifica mitos associados à Semana de Arte Moderna, abordando tanto a suposta superioridade paulista quanto as tentativas de desmerecer a importância dos festivais modernistas, revelando a complexidade das relações sociais da época.
Com uma pesquisa abrangente e entrevistas, a obra é acessível a iniciantes e instiga o interesse acadêmico. Fotografias e reproduções enriquecem a experiência, oferecendo uma visão crítica sobre o papel do Rio de Janeiro na formação da modernidade artística.
